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Dia Mundial da Tuberculose
24 de março: Dia Mundial da Tuberculose
O Dia Mundial da Tuberculose foi lançado, em 1982, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares.
A data foi criada em homenagem aos 100 anos do anúncio da descoberta do bacilo causador da tuberculose, o bacilo de Koch.
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Postado em:
Segunda-feira, Março 24, 2008
Cigarro custa mais de R$ 300 milhões ao SUS
Fonte: Rádio Criciúma
Original: Cigarro custa mais de R$ 300 milhões ao SUS
A rede pública de saúde gasta mais de R$ 300 milhões de reais por ano em tratamentos de doenças causadas pelo tabagismo. A informação faz parte de um estudo da pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz Márcia Pinto. Segundo a pesquisa, o uso do cigarro causa prejuízos não somente ao sistema de saúde, mas também ao previdenciário. Grande parte das pessoas que têm males causados pelo fumo estão em idade economicamente ativa, mas muitas delas estão impedidas de trabalhar em função das doenças.
Saiba mais lendo o original.
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Segunda-feira, Março 24, 2008
Rio: médicos classificam dengue de crime sanitário
Fonte: Nesse Instante
Original: Rio: médicos classificam dengue de crime sanitário
O Sindicato dos Médicos anunciou nesta quarta-feira que a epidemia de dengue no Rio é um crime sanitário e que, até segunda-feira, vai enviar uma notícia-crime ao Ministério Público estadual e federal contra as três esferas do governo: Prefeitura, Estado e União. De acordo com o presidente do Sindicato, o médico Jorge Darze, a ausência do poder público é a causa da tragédia.
"É um momento preocupante. O que está ocorrendo é um crime sanitário e o governo contribui para agravar a situação e põe em risco a vida da população. Nós estamos constatando que houve a ausência do poder público em ter deixado de tomar as medidas que deveriam ser tomadas no momento histórico adequado, para que pudéssemos evitar o que vivemos hoje", alertou Darze.
O médico acredita que a constatação do sindicato não pode ser ignorada e por isso a entidade decidiu se posicionar politicamente.
"Esta situação não pode ficar impune", alertou Darze, em entrevista na sede do sindicato, ressaltando que o estado de calamidade pública na saúde, reconhecido pelo presidente Lula em 2005, ainda é uma realidade.
As críticas de Darze alcançam a prefeitura. Segundo ele, o município não oferece estrutura necessária. Por isso, o O governo federal tem que exercer o poder regulador e fiscalizador junto às prefeituras, já que gerencia toda a rede de saúde pública através do Sistema Único de Saúde.
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Para conter o quadro epidêmico, Darze acha que deveria haver investimento em locais especializados em infectologia, um projeto para educar e conscientizar a população durante o ano todo, a contratação médicos infectologistas e a disponibilização de mais leitos para os contaminados. Porém, a maior indignação do presidente do Sindimed é quanto a não utilização do Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião, no Caju, no combate a dengue.
"O instituto é uma referência mundial. Como pode o maior centro estar fechado desde janeiro do ano passado?"
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Saiba mais lendo o original
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Quinta-feira, Março 20, 2008
Pesquisador critica postura dos governos de culpar usuários de drogas por tráfico
Fonte: NOMEDOSITE
Original: Pesquisador critica postura dos governos de culpar usuários de drogas por tráfico
A sociedade e os governantes terão que adotar posições menos hipócritas e moralistas no enfrentamento dos problemas causados pela drogas, na avaliação do professor Antônio Albernaz, da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro (Soperj).
Segundo ele, é cômodo para os governos, e principalmente para a polícia, jogar toda a culpa da violência e do tráfico de drogas sobre o consumidor. Para ele, é necessário maior rigor no cumprimento da lei e uma discussão com base mais sólida e fundamentada sobre a descriminalização de algumas drogas – como é o caso da maconha.
“O problema da descriminalização das drogas deve ser discutido sem a interposição de valores morais, mas sim de forma técnica, de modo a que possamos chegar a alguma conclusão e não da forma como está sendo feita agora. Eu não sou contra ou a favor dessa descriminalização, mas o debate em torno do assunto tem que ter fundamentação – é preciso observar outras experiências antes de se adotar qualquer tipo de atitude a respeito”, acredita.
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Sobre as chamadas festas rave, Albernaz também defendeu o cumprimento da atual legislação para se tentar minimizar o problema.
“A minha interpretação é que essas festas são as que os jovens gostam de organizar e freqüentar hoje em dia e a proibição nunca foi solução para nada. As pessoas sempre tentam inventar leis novas, diante do surgimento de problemas que não são novos. As leis já existem e a gente sabe que tem menores de 18 anos freqüentando essas festas, o que é proibido. A gente vê menor fumando e bebendo, o que é proibido. Ninguém faz nada. Não é preciso criar uma nova lei é só fazer cumprir a que já existe”.
O problema, diz ele, “é que aqui no Brasil as pessoas não são responsabilizadas pelos erros que cometem". Os organizadores [dessas festas] não se importam se pessoas traficam drogas em suas festas, em razão da impunidade. Ele lembrou que a lei também proíbe vender bebida alcoólica a quem já está visivelmente embriago "e ninguém dá a mínima".
"E é de responsabilidade do organizador [impedir] a venda de drogas em festas, por ele promovida”.
Especialista em políticas de combate às drogas entre os jovens, Albernaz contesta a máxima de que “a maconha é a porta de entrada para outras drogas ilícitas mais pesadas”. "Na verdade a tão falada porta de entrada para as drogas é o cigarro e o álcool, aliados à permissividade da própria família: como é que pode hoje um adolescente passar dois a três dias sem aparecer em casa e o pai não estranhar?", questiona.
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Quinta-feira, Março 20, 2008
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